A SINFONIA UNIVERSAL DO AMOR FRATERNO

BAPTISTA, Fernando Paulo




Código: CR 053

Área científica: Religião

Coleção: Crença e Razão

Edição: 2017



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  • O Livro “A Sinfonia Universal do Amor Fraterno no Trajecto Ascensional da Humanização do Mundo” apresenta a seguinte estrutura temática, seguida de uma “Carta Aberta de Louvor ao Papa Francisco”:
     
    I. Abertura: 
    1. Este nome “Francisco; 
    2. Irmão Francisco (poema de Manuel Alegre);
     
    II. Rapsódia Ensaística (dedicada a Sua Santidade, o Papa Francisco, com os seguintes tópicos temáticos para cada ensaio / estudo):
    1. Segredo... Mistério... Fé... Deus e o Homem...
    2. Da “Condição Humana”...
    3. Misericórdia... Fraternidade... Paixão e Compaixão...
    4. A centelha (‘scintilla’) de Zeus na palavra de “teoria”...
    5. Da Educação, Formação, Investigação... — Sistema Educativo-Formativo... a Universidade.
    6. Do Valor da Vida Humana... a Saúde e o Sistema de Saúde... Homenagem à Organização Mundial de Saúde (WHO) e a António Guterres, Secretário-Geral da ONU...
    7. Consciência Axiológica e Intervenção Comunitária — Em Busca da Ética Perdida...
    8. De Libertate... Liberdade... Libertação... Responsabilidade...
    9. Abertura antropo-axiológica a um “Projecto de Cidadania”...
    10. Manhã E-mersa (jamais “Sub-mersa”!...) — a “lição” de uma memória... 
    11. A Energia criativa e plenificante do Amor — «l’amor che move il sole e l’altre stelle».» (Dante) — «Por Amor se move tudo» (Camões)... 
    12. Dos Poetas e da Poesia... O Homem à Procura do Divino...
    13. Ponte da Língua... Ponte dos Mares... — a “Boa Nova” e a Humanização do Mundo...
     
    III. Polifonia Gratulatória (25 testemunhos de saudação e de júbilo: Poetas, Autarcas [Porto, Viseu, Lisboa]; Académicos e Universitários da Academia das Ciências de Lisboa e de outras Academias, etc.
     
    “Carta Aberta de Louvor”
     
    Como complemento carregado de simbolismo afectivo, o Autor integra também no livro, a seguinte “Carta Aberta de Louvor” ao nosso Encantador Irmão Papa Francisco:
    – «Laudato sie, mi’ Signore, cum tucte le tue creature, spetialmente messor lo frate Papa Francesco!... Sim, Louvado sejas, novo e inovador “Poverello-Poeta d’Assisi”, «pela brisa auroral que sopra da Pureza da Tua Alma e da Bondade do Teu Coração e que proclama a Misericórdia, a Paz e a Harmonia entre todos os Povos da Terra» (p. 519), impulsionando-me para a composição desta “Rapsódia” ensaística (pp. 23-458), a Ti dedicada por “um dever de ver- dade e de justiça”, na forma de uma “homenagem académica” de profunda e infinita gratidão!...
    – Sim, Louvado sejas, também, pela superveniente “Polifonia Gratulatória”, configurada nos tão belos “testemunhos” prestados por uma notável e diversificada plêiade de vinte e cinco (25) Confrades Lusíadas (poetas, autarcas, académicos, trabalhadores gráficos..., cf. págs. 467 ss), em plena convergência com a “Sinfonia Universal do Amor Fraterno”, da qual Tu és o maravilhoso e incomparável “Maestro”.
    – Em jeito de representativa e simbólica sinédoque, transcrevo, para Ti, um bem significativo e expressivo excerto retirado de um desses “testemunhos”:
     
    «Quero ser alguém do Universo criado, a participar da beleza harmónica de toda a Sinfonia Universal e, em silêncio extasiado, dizer com o coração: ‘Laudato Si’ o Deus do Céu e da Terra, pela magnitude, beleza e harmonia de todo o Universo! ‘Laudato Si’ o Papa Francisco, pela maestria com que conduz a mui bela e rica Sinfonia!» (p. 511)
     
    (Ilídio Leandro, Bispo de Viseu)
     
     
    Prece Final
     
     
    Caríssimo Irmão Papa Francisco, seja-me permitido dirigir-Te a seguinte prece saída do coração e da alma deste Teu Irmão Lusíada:
    Com aquela mesma misericordiosa magnanimidade com que andas, destemido, «a espalhar pelo Mundo inteiro as rosas do Afecto e a soltar as pombas da Paz, da Concórdia e da Esperança» (p. 524), abençoa o Povo Português, num universal abraço, a envolver, fraterna e solidariamente, todos os outros Povos que habitam esta mesma “Casa Comum” — Deméter, nossa Terra-Mãe — e abençoa muito especialmente, pelo que eles simbolizam a nível nacional e internacional, os nossos exemplares e humaníssimos Concidadãos — Marcelo Rebelo de Sousa António Guterres — para que, no exigente desempenho dos respectivos altos cargos, continuem a agir, como até aqui, em plena sintonia e sinergia com a tua “pater-nosterizante” mensagem e missão de poético, serenante e humanizador “Príncipe dos Apóstolos”!...
     
     
    Fernando Paulo do Carmo Baptista
    (Professor, Investigador, Sócio da Academia das Ciências de Lisboa)

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